sexta-feira, 15 de maio de 2015

Mês das Noivas no Tout Va Bien: Casamento Celta

O casamento é o momento em que duas pessoas que se amam, celebram e mostram ao mundo o valor desse sentimento! Independente da religião, o casamento deve ser celebrado, comemorado ao lado dos amigos e da família, com muita alegria e, claro com muito amor, a base de tudo.

E uma forma de celebração está se destacando e se tornando um momento a mais, especial, no grande dia. O chamado Casamento Celta chegou ao Brasil há cerca de 10 anos, quando a ritualista e psicanalista, Beatriz Lemos Moura Leita, trouxe para o país, depois de muita pesquisa na Austrália e na Inglaterra para saber mais sobre a cultura Celta, além de adaptações feitas para que o casamento fosse baseado na cultura antiga, mas interligado com o moderno e suas facilidades.

Só em 2014, Beatriz e sua equipe realizaram cerca de 80 cerimônias no Brasil e, em outros países, totalizaram 17.

E o Buffet Tout Va Bien mostra como é a cerimônia, sua história e contexto!


Onde tudo começou


Beatriz criou o casamento Celta na Austrália, onde tudo realmente começou e onde também se casou! “Meu marido e eu morávamos lá e foi em uma catedral Anglicana que eu me deparei com muitos livros que me apontaram para a origem da minha família. E foi lá também que encontrei um antigo livro, que descrevia as tribos celtas, as famílias e para onde elas se espalharam”, explicou a psicanalista ao blog.

E completou: “A Austrália foi um país colonizado pela Inglaterra e se tornou um país com fortes influências celtas e gaulesas. A Cruz Celta se tornou a cruz anglicana, a religião predominante na Austrália. E isso começou a me comover e a me deixar e realmente envolvida e encantada pela filosofia, cultura e mitologia céltica.

Ela, cuja família é de origem céltica, se aprofundou na pesquisa a respeito da cultura desse povo, que pouco deixou manuscritos ou pistas de como eram suas relações e, principalmente, a celebração de um casamento.

“Com isso, eu descobri alguns detalhes sobre o casamento desse povo tão antigo e fascinante, mas sobre a cerimônia inteira e na íntegra, realmente não existem registros completos, ou seja, o que eu buscava não existe em nenhum livro antigo ou documentos que descrevessem como de fato a cerimônia acontecia em seu modelo completo”.

Segundo Beatriz, o Druidas (encarregados de passar os ensinamentos ao povo Celta) proibiam a escrita e passavam estes ensinamentos por meio da música. Isso mesmo! Eles acreditavam que a linguagem oral era sagrada e assim sendo, a linguagem oral manteria seus conhecimentos protegidos. “Tanto que eu pude constatar, por meio de historiadores que a música celta era tocada por harpas que eram passadas de pais para filhos e, por meio das letras dessas músicas, as quais eles chamavam de Odes, o povo celta ia contando suas sagas e histórias”. As harpas eram as relíquias do povo celta, que era um povo nômade, não tinha um território fixo para viver.

E foi na Inglaterra que Beatriz encontrou mais registros a respeito da cultura Celta. “O povo romano, por incrível que pareça, foi mesmo quem dizimou o povo celta, fascinado por sua cultura e força espiritual, escreveu passagens e relatos que nos deixam pistas. E foi com base nesse material, que eu me deparei com maiores detalhes e aspectos mais sólidos sobre como eram as festividades em rituais de união”.

O casamento Celta

Como já citado, Beatriz precisou fazer adaptações para que o casamento Celta fosse atual, sem deixar a cultura de lado, como por exemplo, o voto dos padrinhos. “No casamento celta antigo, as pessoas levavam para os noivos o que elas tinham de melhor, por exemplo, quem tinha uva, levava o melhor vinho, quem tinha carneiro, a sua melhor pele. E assim eu adaptei esses objetos que eram oferecidos na época, aos votos dos padrinhos. Na cerimônia atual, os padrinhos escolhem pequenas esculturas que representam seus melhores sentimentos, como união, alegria, luz aos noivos etc”.

“Os casais de padrinhos, irão escolher o que eles julgam mais importante os noivos levarem, em sua jornada de vida a dois. E esse voto é uma deliciosa surpresa para o casal. Eles são cortejados com essa boa intenção!”, explicou Beatriz.

Outro ponto que Beatriz notou na cultura Celta e trouxe para sua cerimônia foi o respeito pela natureza. “Eu mantive nesse tipo de cerimônia toda a sua simbologia, que retrata a analogia dos quatro elementos da natureza, em sua importância em um relacionamento”.

A terra é representada por um prato de prata e sal grosso, traz a mensagem da solidez, da abundância, da fertilidade e da felicidade no relacionamento;

A água, flexibilidade, intuição e clareza nos momentos de decisões importantes na vida do casal;

O ar traz o simbolismo da boa comunicação e da sabedoria;

O fogo representa a luz desse amor, a chama! Para que essa chama permaneça sempre viva e acessa entre o casal.

A ritualista pontua: “o que eu proponho é uma cerimônia celta com essência, verdade e emoção! E que respeita todos os caminhos e religiões, é uma cerimônia que se desenrola em nove momentos, considerando aspectos familiares, ideais dos noivos e seus sonhos, transformando assim o momento de seu casamento em algo inestimável, verdadeiro e totalmente inesquecível!” 

E o que difere a cerimônia de casamento Celta das cerimônias tradicionais?

“A cerimônia é inter-religiosa e isso a difere do tradicional. Qualquer pessoa de qualquer religião, pode se beneficiar das bênçãos do casamento celta, que é também estendida sobre a ideia de que as bênçãos dos pais, familiares e amigos são bênçãos sagradas e que Deus se manifesta como amor em nossas vidas e esse amor divino está dentro de nós, está nas relações que temos com as pessoas, e está também em cada mínima parte de tudo o que é a natureza e a criação”.

“A cerimônia Celta não é ligada a nenhuma religião especifica, mas é sim baseada na espiritualidade, trazendo a ideia que muitos caminhos levam a Deus e o mais importante é o respeito entre todos esses caminhos! E que o amor é uma dádiva e é o amor que promove a confraternização entre os noivos e suas famílias e amigos!”  

Decoração

Beatriz conta que é o próprio casal que escolhe a decoração, pois ela precisa ter a identidade dos noivos. “O que difere das outras cerimônias, são as sugestões, pois eu realizo o estudo do casal, que irá passar pelo tema do casal, aspectos do ICHINH e do FENGSHUI, e isso lhes dará ideias do que colocar, cores e detalhes para valorizar! Mas são os noivos que escolhem tudo, sempre! Assim que tem que ser!”

E o que é preciso para realizar um casamento Celta? Beatriz responde: “Basta duas pessoas se amarem e por livre e espontânea vontade resolverem celebrar o seu amor!”

Veja abaixo, fotos da celebração do casamento Celta de Beatriz, na Austrália (clique nas imagens para ampliá-las)






Fotos: Arquivo Pessoal

Sobre o Tout Va Bien:

Há mais de 30 anos de tradição, o buffet proporciona eventos inesquecíveis tanto para casamentos, eventos corporativos, aniversários, debutantes e festas infantis, com o melhor cardápio e opções de decoração variadas. Localizado no bairro nobre de Moema, o Tout Va Bien possui dois ambientes, o salão térreo e o mezanino, com capacidade total para 350 pessoas, número que pode variar de acordo com a disposição das mesas, escolha da pista de dança e até com celebração da cerimônia no local.

Outro diferencial do Tout Va Bien é que o cliente para levar o evento para onde desejar. Toda a estrutura, cardápio e garçons são levados pelos responsáveis, como se a festa fosse realizada no próprio espaço do Buffet, que possui uma equipe treinada, independente do número de convidados. Se deseja apenas reunir os amigos em casa e está à procura de salgados ou finger foods, o Tout Va Bien também trabalha com encomendas.

Serviço:
Endereço:
Alameda dos Tupiniquins, 1460 (6ª travessa atrás do Shopping Ibirapuera, próximo ao Aeroporto de Congonhas)
Contato: (11) 5531-1822 ou pelo buffet@btvb.com.br
Site: www.btvb.com.br

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